Se Toca Menina!

Conheça seu corpo, descubra seu prazer

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Não é questão de achar tempo: é decidir que o prazer merece estar na lista

Lakota, mãe que passa o dia em casa com os filhos, admite: quando diz que não tem tempo para se masturbar, na verdade quer dizer que não priorizou. Ela descreve um dia típico em que pensa “acho que hoje eu precisava de um orgasmo” pela manhã, mas a louça, o banho, o café da manhã, a arte inacabada e as tarefas da escola dos filhos vão ocupando tudo até o marido chegar.

E, no entanto, ela só precisaria de 15 minutos — o tempo de um filme para as crianças. A questão, conclui, é o que acreditamos que esses minutos valem. Ela conta que já acreditou que o prazer dela era responsabilidade do marido, o que gerou ressentimento; os livros de Betty Dodson lhe deram a permissão de que precisava para mudar isso.

Quando passa muito tempo sem se tocar, percebe que inseguranças com o corpo, frustrações com o sexo a dois e tensões crescem. Às vezes evita a prática porque esse “pequeno quarto vazio” pode trazer à tona luto ou vergonha.

Para seguir em frente, ela recorre a estratégias práticas: marcar na agenda (“segunda da masturbação”), comprar um brinquedo novo. Para ela, a pergunta não é como achar 15 minutos, mas o que o prazer precisa significar para passar à frente da louça.


Leia na íntegra (em inglês, no Bodysex)
Imagem: reprodução/Bodysex