Se Toca Menina!

Conheça seu corpo, descubra seu prazer

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Autoconhecimento

O que a inveja me ensinou: aos 60 anos, aprendendo que eu já era o que admirava

Susan passou a vida invejando: queria ser mais magra, corajosa, forte, poderosa, articulada, atlética, paciente. Hoje, aos 60, percebe que muito do que invejava nos outros eram qualidades que ela já tinha — só que não da forma como imaginava que deveriam aparecer.

Sobre o corpo, ela diz que nunca o amou tanto: não porque esteja perfeito, mas porque parou de lutar contra ele. Come quando tem fome e se movimenta de forma amorosa, não punitiva. E percebeu que é corajosa, sim: escolheu falar publicamente sobre corpo, sensualidade e prazer feminino num mundo que ainda ensina vergonha às mulheres.

Também ressignificou força (agora é sabedoria e saber ouvir os limites), poder (hoje é paz interior, não precisar provar seu valor) e articulação (as pessoas se emocionam com a verdade, não com a perfeição).

No fim, conclui que nunca quis de fato ser as mulheres que invejava — mulheres que falavam com honestidade, amavam abertamente e ocupavam espaço sem pedir desculpas. “Eu estava desejando me tornar eu mesma.”


Leia na íntegra (em inglês, no Bodysex)
Imagem: reprodução/Bodysex