A prática como exploração e descoberta, não como perfeição
“Dizem que a prática leva à perfeição, mas acho o perfeccionismo cansativo e frágil”, escreve a autora, que prefere encarar o autoprazer como exploração. Ela abre o texto descendo a estrada na sua van rumo a um retiro, com o vibrador no nível baixo pressionado por cima do jeans — e gozando duas vezes no caminho. Sua fantasia do momento envolve a nova pessoa com quem está saindo: mandá-la de volta para o marido usando um plug vaginal e um anal, e imaginar o marido levando-a quase ao orgasmo várias vezes antes de finalmente deixá-la gozar.
Em casa, ela varia posições e lugares, às vezes usa o espelho ou lê contos eróticos. Sua prática passa por fases — de várias vezes ao dia a uma vez a cada duas semanas — e combina diferentes tipos de estímulo.
Para ela, a masturbação é uma das práticas repetidas que criam bem-estar, ao lado de meditação, qigong e cuidar de seus altares. Quando começa a parecer obrigação, ela muda algo para sair da rotina.
Ela também gosta de se masturbar acompanhada e chegar a um estado em que “tudo parece diferente”. Já em festas sexuais, conta que o excesso de estímulos (e o frio do ambiente) faz seu corpo desligar — então guarda as cenas na memória para depois, em casa.
Leia na íntegra (em inglês, no Bodysex)
Imagem: reprodução/Bodysex