Quando você se sente sozinha, mesmo rodeada de gente
Na era das redes sociais, temos conexão humana na palma da mão — e, mesmo assim, um em cada três adultos americanos de 18 a 29 anos relatou se sentir isolado em 2025, assim como mais da metade dos universitários. Tecnologia, trabalho e estudo remotos, a pandemia e o desaparecimento dos “terceiros lugares”, como clubes e bibliotecas, podem ter contribuído.
O texto diferencia solidão — a distância entre as relações que você tem e as que gostaria de ter — de isolamento, que é estar fisicamente ou emocionalmente separada dos outros. E lembra que estar sozinha não é o mesmo que se sentir sozinha.
A solidão pode ser silenciosa: ver amigos juntos no Instagram sem você, sentir que é sempre a segunda opção ou que é você quem sempre puxa conversa. Ou pode vir de repente, com um término, uma briga com o grupo, uma mudança de cidade, a morte de alguém próximo.
Mudanças de vida também costumam trazer solidão: formatura, deficiência, recuperação de um trauma, parar de beber, deixar uma religião, sair do armário ou transicionar.
Por outro lado, estudos mostram que passar tempo sozinha, quando é uma escolha, pode reduzir o estresse e deixar você mais à vontade consigo mesma — e encarar a solitude de forma positiva aumenta esses benefícios.
Leia na íntegra (em inglês, no Scarleteen)