Masturbação, um bom hábito: o relato de uma mulher de 68 anos
Laura Bogush conta que se masturba desde a adolescência e que o orgasmo foi o que a ajudou a sobreviver àqueles anos. Hoje, aos 68, defende que o autoprazer regular é essencial: a deixa mais feliz, otimista e compassiva. Quando passa mais de uma semana sem, fica mais irritada e resistente às tarefas — às vezes coloca “masturbar” na lista do dia e risca primeiro, porque fica muito mais produtiva depois.
Ela prefere o fim da manhã ou o começo da tarde, quando está relaxada mas não cansada — de preferência depois de uma massagem ou de um banho de banheira quente. O kit básico fica na gaveta da mesa de cabeceira: óleo de coco, indispensável já que hoje raramente se lubrifica naturalmente, e o Magic Wand. Para penetração, prefere algo firme, como um dildo de vidro ou o Barbell de Betty Dodson. Sua posição favorita é uma “pose da deusa” reclinada: a wand no nível mais baixo apoiada entre os pés, joelhos dobrados como borboleta, e as mãos livres para os mamilos enquanto contrai e relaxa o assoalho pélvico.
A fantasia é parte importante da prática: muitas envolvem trocas de poder e disciplina — a aluna mandada à sala do diretor para levar umas palmadas, a esposa vitoriana que se comporta mal diante das visitas. Ela vai mudando “de canal” até encontrar uma cena que funcione e às vezes fala em voz alta: “Você é uma menina muito má”. Tenta se manter no limite antes de gozar; leva de cinco a vinte minutos para o primeiro orgasmo e costuma se satisfazer com um, mas, se quiser e tiver tempo, continua até se sentir completa.
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Imagem: reprodução/Bodysex